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O Destino do Rei

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O Destino do Rei

Mensagem por Demon♦Lord♦Myuuko em Dom Set 21, 2014 9:49 pm




Nome da FanFic: O Destino do Rei
Altor: AKAdragon*
Classificação: +13
Categoria: Originais
Personagens: Originais
Gênero: Fantasia / Universo Alternativo / Romance 
Aviso: Violência / Nudez
Lista de Capítulos: 
Capitulo 01 - HAVIA UMA PESSOA A OLHANDO
Capitulo 02 - VESTES VERMELHAS
Capitulo 03 - APENAS UM BOM SORVETE DE CHOCOLATE

OBS.: AKAdragon, é um grupo de quatro garotas que escreve FanFics: Yuuko Nobuko (Eu), Hanna Zelinschi, Alice Palmeira & Vanessa Harumi. O trabalho da AKAdragon é de responsabilidade dos membros do grupo, e de sua total autoria.





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Re: O Destino do Rei

Mensagem por Demon♦Lord♦Myuuko em Dom Set 21, 2014 10:07 pm


Apreciem esse 1º prato, do meu querido Restaurante AKA-d.
A garçonete Alice Palmeira, irá lhes apresentar o prato de entrada. Hanna Zelinschi, irá trazer o prato principal & Vanessa Harumi logo ira entregar-lhes a sobre-mesa... E claro, sua cozinheira sou eu 

1º PRATO - HAVIA UMA PESSOA A OLHANDO

1º PRATO:

     Já estava tarde e ela voltava do colégio, dessa vez estava sem suas duas amigas com quem sempre andava junto, os testes finalmente acabaram e ela apenas queria descansar. Seu corpo estava cansado, porque passou duas noites em claro para poder estudar, seus olhos estavam quase se fechando quando algo falou mais alto que o sono: a fome. Nunca tomava café-da-manhã, mas dessa vez ela nem ao menos almoçou. “Que fome“ reclamava enquanto tomava o caminho mais curto para o seu apartamento. No caminho havia um restaurante popular onde sempre estava muito cheio, um desafio passar por lá, tantos pela quantidade de pessoas da fila já muito grande, quanto à fome a atraindo para lá. Passou rápido, mas com dificuldades, o espaço era pouco. As pessoas a espremiam, e a bolsa ficou presa “Com licença” repetidamente pedia. Conseguiu passar, o próximo desafio era vencer a fome “Deus, o que eu faço?“ lamentava ao lembrar que ao chegar em casa não haveria comida. “Não se preocupe” – Ouviu uma voz dos seus fones de ouvido, uma voz estranha, não era parte da musica que tocava, nem mesmo a rádio do celular, possivelmente alguém em meio à maré de pessoas, a voz então prosseguiu - “Não se preocupe, eu posso ajudar", mas em meio à multidão mal se sabia de quem ela pertencia “Por aqui, senhorita" novamente, a voz dizia. Provavelmente uma alucinação por conta da fome e noites mal dormidas. Tomou seu rumo para o apartamento. O lugar ela pequeno: um quarto que havia um armário e o colchão onde ela dormia, o banheiro era pequeno e úmido, a cozinha com a pia quebrada, a geladeira sem gelar. Cumprimentou a vizinha que estava sempre sentada na janela olhando a rua, uma senhora sozinha a espera dos netos que apenas a visitavam de vez em nunca. Recebeu as cartas, que além das de suas amigas eram as contas de dívidas de seus pais. Subiu as escadas e entrou.
     – Finalmente em casa... - Abriu a geladeira: Leite, pizza da semana passada, bananas, suco de uva - seu preferido - chocolate de São Valentin (que já estava vencido há muito tempo) e arroz. Olhava de cima a baixo como se estivesse procurando algo que certamente não estaria lá. - Acho que preciso fazer compras... Não. Eu preciso descansar mesmo... - Estendeu a mão e pegou um pedaço do chocolate. De boca cheia disse - Voa Nofe ("Boa noite") - Fechou a porta e se dirigiu ao quarto. Lá, se deitou e só levantaria na manhã seguinte. Os testes acabaram, em dois dias os resultados sairiam e quem foi bem estava livre para aproveitar as tão queridas férias.
     A noite foi fria, e o cobertor cheio que frestas deixavam o vento entrar. Se passara duas luas, e ela ainda dormia.
      “Você me ama? – Perguntou ela ao homem a sua frente, estava escuro e a única iluminação era a luz do luar. O homem sem muito esforço respondeu: ‘sim’. A mulher tinha um olhar triste. ‘Esta mentindo? ’, novamente ele respondeu: Sim”.
     BAM!
    – Ei! O que você pensa que esta fazendo? Quer acordar logo?! Já são dez horas! - A ruiva gritava enquanto jogava o travesseiro em sua amiga que dormia há dois dias, a pequena ao seu lado via a possibilidade de que era melhor não acorda-la - Jessica pegue um balde de água, vou jogar nela.
     – Mas assim ela ficará toda molhada e o colégio irá fechar meio-dia - Jessica tinha uma voz suave à geralmente era desastrada, uma das garotas mais populares do colégio, todos diziam que ela era como uma boneca.
     – Não importa, o problema será dela! Vamos rápido, pequena!
     – Não faça isso - Um vulto se levantava do colchão devagar até se sentar, as cobertas rasgadas desciam por seu corpo, com o rosto parecido com o de um zumbi - Jesy se você entrar no banheiro ira assustar meu tigre... – Bocejou - Aliás, o que vocês estão fazendo em minha casa?
     – Acredite, eu gostaria de não esta neste lugar que você chama de “casa” – Estendia a mão - Vamos, levante-se os resultados dos testes saíram hoje - A Ruiva insistia que ela se levantasse, mas o cheiro do mofo a incomodava muito - se você se atrasar não poderá saber como foi – Sua voz saiu abafada, cobria seu nariz e boca com a manga da camisa.
     – Mas os resultados iriam sair amanhã, certo? - Se levantou com um pouco de dificuldade, cambaleou e caiu - Acho que algo não me fez bem. – Apertou os olhos e levou a mão à cabeça.
     – Com certeza não, olhe seu estado! Sabe que aquele chocolate já esta vencido, certo? Se continuar com isso vai acabar morrendo. Mesmo que você não tenha dinheiro por causa das dívidas dos seus pais, você precisa cuidar melhor, nunca vai arranjar um namorado assim – Se aproximava para ajudar a amiga a levantar.
     – Eu não quero um namorado, e nunca vou querer! - Deitou-se e se cobriu a cabeça com a coberta.
     – Vai ficar se remoendo por causa daquilo? Foi só um fora, o que tem de mais nisso? - Falou com desdém.
     – O que tem de mais, você pergunta. Aquilo foi à coisa mais vergonhosa que já aconteceu comigo! Como ele pôde fazer aquilo? Ainda na frente de todos! - Dizia por baixo da coberta.
     Jessica a convenceu de sair daquele quarto, ela e sua companheira a arrumaram – Mais bonita do que uma princesa, ou pelo menos a “princesa” do colégio – Afirmou Juliet enquanto olhava Jessica sorrindo, sabendo que se referia a ela.
     Seguiram o rumo ao colégio chamando atenções de alguns – nem sempre se vê três garotas bonitas andando por uma ruazinha simples como aquela -, ao chegar lá receberam elogios dos colegas. Os professores lhes entregaram os boletins e o destino dela estaria dentro daquele envelope. Puxou cuidadosamente e devagar. Hesitou. Passou sorrateiramente os olhos em na última fileira do papel e leu: “Aprovado“ em todos os tópicos das matérias. A alegria a consumiu e seu sorriso era de orelha a orelha, começou a dançar uma dança esquisita - o que ela gostava de chamar de “Dança da Felicidade“ - movimentava seus braços cima a baixo e suas pernas moviam-se gradativamente para trás, seus movimentos estranhos chamaram atenção de um jovem rapaz de cabelos claros, ele a olhava atentamente, quando seus olhos se encontraram, ela parou e corou.
                                                                                       *****
     – É claro que ele estava olhando para você! Fazendo aqueles movimentos estranhos no meio do corredor, todo mundo estava olhando. – Juliet implicava enquanto almoçava junto às outras duas no Restaurante DiGosto, o mais próximo ao colégio.
     – Não é isso! Ele estava olhando atentamente para mim, e aí quando nossos olhos se encontraram senti que aquilo foi o destino! - Estava encorajada como se tivesse a razão absoluta.
     – Que romântico, o destino dos dois unidos em meados de Julho, nas férias passariam o tempo juntos brincando no mar e vendo os golfinhos no por do sol - Jessica encorajava ainda mais Kilaki.
     – Jesy, esta assistindo muito romances... Se liga na realidade, não é só porque vocês se entreolharam que significa que vão ficar juntos, aquilo foi só o acaso, não há uma ligação do destino nisso. Você não iria se declarar ao Ator, hoje à tarde, porque acha que eu entrei naquele cúbico de chiqueiro? Não te arrumei toda apenas para você dançar estranhamente no corredor! Você se esqueceu do porquê de você ter levado um fora?! Não sei por que você gosta tanto dele! Já disse que não gosto daquele cara...
      – O nome dele é Artur! Ar-tur! Não me faça lembrar do que aconteceu, fiquei muito tempo deprimida por causa daquilo – Emburrou. Todas se calaram. Em um pequeno instante o silêncio que enchia a mesa na qual elas almoçavam se quebrou. “Aqui está o Cappuccino com chantilly e canela”, disse a garçonete do bar colocando sobre a mesa a xícara - Mas eu não pedi nada - Murmurou.
      Mais longe e não muito visível, havia uma pessoa a olhando.





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